quarta-feira, 23 de julho de 2014

- Quem diria que guerreiros se tornariam rebeldes, que a luz seria para poucos e as mesmas carnes sangrariam separadas, em silêncio.Temo não só por mim, mas pelo que temos de mais sagrado, pelo que chamam de bem ou amor. Tenho medo do rancor. Não quero a paz porque é pedir demais, poucos pacifistas sentiram isso alguma vez. Eu vi. Caía sobre mim a plena imensidão. Se a esperança é mesmo a ultima a morrer e não morreu até hoje, só pode ser ela o verdadeiro Deus, quem mais seria imortal?

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